A AMBIGUIDADE DO REAL NOS AUTORRETRATOS DE REMBRANDT E NAS SELFIES DA “SOCIEDADE DA TELA”

Simone Rodrigues Barreto, Analice de Oliveira Martins

Resumo


O presente artigo propõe uma reflexão sobre a representação do eu e de vários sujeitos presentes nas selfies da modernidade que circulam diariamente pela Internet. O trabalho compara a obra do pintor holandês Rembrandt van Rijn, que se autorretratou quase cem vezes ao longo de sua vida, entre os séculos XVI e XVII, com as selfies do século XXI que expõem milhares de rostos anônimos e famosos diariamente nas Redes Sociais Digitais. Acredita-se que a autorrepresentação é uma tradição humana desde a invenção do espelho. A selfie pode ser a mais nova versão da expressão dessa tradição, dando aos seus autores o poder invenção e ficcionalização do seu próprio eu.

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ISSN: 1679-9844 
  

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